Histórias de Mãe: Se não teve um final feliz é porque não chegou ao fim!

Hoje o "Histórias de Mãe" vai contar a história da Débora, 36 anos, mãe da Priscila e do Pedro. Débora é uma das pessoas mais fortes que eu já tive a chance de conhecer nessa vida e, com muito carinho, ela aceitou dividir a sua história de fé e superação para o blog.

Para quem ainda não conhece, a série "Histórias de Mãe" conta diferentes experiências de mães guerreiras que superaram dificuldades e passaram por momentos os quais nem imaginamos. São mães de verdade, com relatos reais.

"Durante meus primeiros 5 anos fui filha única, sempre tudo para mim, por mim e ao meu redor, até que um dia, meus pais me deram o melhor de todos os presentes, um irmãozinho. Na época eu me senti ameaçada, dizia sempre aos meus pais que eles não me amavam mais, pura chantagem! Meu pai se rendia, mas minha mãe, ah! Essa é da boa, mandava logo eu parar com besteira! O fato é que ele, meu irmão, muito me ajudou a ser uma criança e uma mulher melhor.


Cresci, formei alguns conceitos e cheguei à conclusão de que quando casasse queria ter uma família GRANDE, tipo, 4 filhos, dois casais! Teria então que encontrar um homem rico ou louco! Rs

Em 2011 disse sim ao homem, nenhum pouco rico, mas completamente louco... Eu já tinha 32 anos, e como de costume, as pessoas já nos cobravam: “- Quando virão os filhos?” Eu não tinha problemas para engravidar, mas estávamos dando tempo ao tempo. 

Após um ano de casados, ao acordar, senti tudo girar. Não comentei com o André, mas pensei, será? Então, antes de ir ao trabalho, passei no laboratório e fiz o bHCG. Fui ao trabalho ansiosa pelo resultado, quem me conhece sabe que este é o meu maior “defeito”. O exame ficaria pronto somente a tarde e o laboratório fecharia às 17:00, ou seja, antes de eu sair do trabalho, eu jamais aguentaria aguardar até o outro dia. Liguei para minha mãe, contei-lhe o que estava acontecendo e pedi para que fosse até o laboratório pegar o resultado do exame. Ela me ligou, quando atendi, ela imitou um bebê chorando, entendi, Deus me deu a oportunidade de ser mãe! Imediatamente organizei uma surpresa para o papai, foi emocionante! Quando lhe contei ele ficou meio confuso, mais depois, se desmanchou dizendo que era a Priscila. Eu estava com 6 semanas, e ele já dizia, é a Priscila. Mesmo que eu quisesse qualquer outro nome eu não tive coragem alguma para sugerir. Nos ajoelhamos e agradecemos à Deus, pela benção de sermos pais.

Comecei a fazer o pré-natal, exames, me cadastrei em todos os sites sobre gestação, lia atenciosamente todos os informes diariamente, sonhava como seria o seu rostinho, se era uma menina ou menino, imaginava ele ou ela brincando com o pai, sonhava com o momento que ouviria ele ou ela me chamar, sonhos de uma mãe.

Quando estava com 4 meses, meu esposo me acompanhou até o exame de ultrassonografia onde saberíamos entre outras coisas, o sexo do bebê. O André tinha certeza que era a Priscila eu estava na dúvida, mas ansiosa como sempre. Chegou a nossa vez e na hora que deitei na maca e o médico passou o equipamento sobre a minha barriga, a “certeza” do André foi confirmada, eu só sorria o André, ficou em estado de choque, ele queria tanto e quando teve a certeza, não sabia o que fazer. Terminamos de fazer o exame, fomos ligar para as nossas mães, o André ainda em estado de choque, começou a chorar e não conseguiu falar com ninguém, eu tive que dar a notícia para as duas mães ao mesmo tempo, enquanto ele só chorava. Mais uma vez agradecemos a Deus. Uma menina! Priscila!

Depois disto, nosso mundo virou cor de rosa! Antes comprava uma coisa ou outra, mas depois que descobrimos que era a Priscila, ah.... já imaginávamos o lindo cabelinho de farofinha que ela teria... Pré-natal em dia, tudo aparentemente ocorrendo bem, muitas fotos, mimos do marido, família e amigos. 

Com 26 semanas, minha família e eu fomos para o interior encontrar com a Bisa, aproveitamos as primeiras horas de sol para tomar um banho gelado no igarapé. Após este banho, não me senti bem, comecei a sentir fortes dores de cabeça, não fiquei exposta ao sol, aliás, nem gosto de sol, não sabia o que estava acontecendo, mas não me sentia bem. Levaram-me ao hospital e lá descobri que estava com pressão alta, o que poderia evoluir para pré-eclâmpsia. Uau! O que está acontecendo comigo? O que é pré-eclâmpsia?  Síndrome de HELLP? Nunca em toda a minha vida tive pressão alta! Aliás, antes mesmo de engravidar deixei de me alimentar de algumas coisas que sabia que poderiam me fazer mal. Quando me ofereciam dizia que estava cuidando da primeira casinha do meu bebê. Nossa! Porque eu estava passando por isso? Fiquei apavorada! O médico que me atendeu me recomendou repouso absoluto e alguns medicamentos para controlar a pressão mas, dias depois, fui levada as pressas à maternidade com pressão arterial de 18/10, eu estava emocionalmente abalada... 

O médico plantonista quando viu o resultado dos meus exames pareceu tão descontrolado que falou para mim: “Querida seu caso é grave e teremos que interromper a gestação!” No momento eu comecei a chorar muito e perguntar: ”E a minha filha? O que vai acontecer com ela?”. De maneira profissional ele disse: ”A pessoa mais importante é você agora!”. 

Eu não podia acreditar, eu perguntava meu Deus porque isto está acontecendo? Eu sei, Senhor, que Tu podes fazer alguma coisa, por favor, faça. Trocando em miúdos, o médico disse que meus rins estavam em falência, meu fígado também, a esta hora eu estava muito inchada, minha cabeça doía sem parar e a pressão por questões fisiológicas e emocionais estava sem controle. Meus amigos, família, minha igreja oravam, clamavam, então, dois dias depois, no dia 25 de abril de 2013, às 14h fui submetida a uma cesárea, onde conheci minha Priscila. 
Apesar de todos os procedimentos para expansão do seu pulmão, ela não chorou. Eu lembro que a vi sendo entubada, foi terrível, pensei que estivesse morta, não aguentei, então só lembro de ter ouvido a anestesista dizer: ”Tenha calma, querida”.

Acordei no outro dia, André estava arrasado de cansado, eu estava cheia de vontade de ir ao banheiro, queria chamá-lo, mas como tinha ouvido falar que quando se faz esse tipo de cirurgia não se pode falar, fiquei tentando acordá-lo com emitindo sons...rs, joguei o controle da TV e nada, estava derrubado! Até que a enfermeira chegou no quarto e me ajudou, as primeira notícias foram boas, após o parto, André pode interagir com ela na UTI NEO, ele registrou um lindo vídeo, com sua linda mãozinha e agarra do dedo dele, uma fofa, ah! Super parecida comigo, morena, cabelo farofinha, nossa princesa dos cabelos cacheados. Agradecemos a Deus por ela estar viva e o André foi providenciar o seu registro. Eu ainda estava com picos de pressão, ainda dores de cabeça, mas estava feliz e ansiosa para conhecer a Priscila!
Chegou a hora de eu ir ao seu encontro, mas, na entrada da UTI NEO percebi que havia uma movimentação diferente, não me deixaram entrar, senti uma sensação muito ruim, orei, tentei não pensar no pior, voltei para o meu quarto e mais uma vez pedi a Deus. 
Minutos mais tarde me pediram para que eu fosse a UTI novamente, desta vez consegui entrar e vi a minha pequena cacheada. Orei, pedi a Deus: “Senhor, tenha misericórdia da minha florzinha.” Ela não estava nada bem, sua respiração era fraca e ela não estava rosada. Naquele momento eu a entreguei ao Senhor. Voltei para o meu quarto chorando, falei para o meu Pai que ela já não vivia, deitei na cama e comecei a cantar Bem junto à Cristo.

Nesse momento fui interrompida pelo pediatra com a notícia que ela havia falecido, eu apenas lhe disse: “Eu já sabia doutor.” Continuei cantando e tentando pensar em como eu falaria para o meu esposo e para minha mãe o que havia acontecido. Que dor terrível! Fiquei pensando em cada sonho, cada roupinha que sonhava com ela dentro, cada sorriso que eu não veria, eu não ouviria sua voz me chamando de “mamãe”. Oh, que dor!
Neste momento, o André me ligou perguntando sobre o nome, foi a primeira vez que ele me perguntou sobre o nome da Princesa Cacheada, eu lhe disse: ”-Querido, você não escolheu Priscila? Vamos manter Priscila”, mas ele insistia, e eu fui obrigada a dizer: “Amor, ela não resistiu”.  Ouvi um longo silêncio e na sequencia um choro. 

Ele voltou imediatamente para o hospital e me disse, não vamos perguntar porque, vamos louvar! Vamos agradecer a Deus porque você está viva, mas no íntimo ele sofria muito, queria de todas as formas se fazer forte, mas estava esmagado pela dor. Em virtude de eu não poder sair do hospital por causa das minhas condições de falta de saúde, ele precisou resolver tudo sozinho, funerária, velório, que dor para o meu amor....

Quando éramos namorados e falávamos de filhos ele sempre dizia: “Quando tivermos um filho vou cantar pra ele eu queria que você ficasse do tamanho de um pezinho de feijão, pra lhe dar milhões de beijinhos e te abraçar bem junto ao coração." E ele cantou, sozinho, enquanto velavam o seu corpinho, ele cantou no seu ouvido. Como cristãos cremos que a morte é um sono, ela não podia ouvir, mas mesmo assim ele cantou.
Fiquei mais uma semana no hospital por causa do meu quadro clínico, conseguia obter forças para continuar na leitura da Bíblia, ouvindo louvores, um que lembro com carinho é de uma canção gravada pela Rafaela Pinho – Aprendendo a Confiar. Quando saí, meu André, familiares e amigos me cercaram de carinho e cuidados, muitas vezes somente com o abraço ou com o ombro amigo, mais o mais importante, com muitas orações.

Nosso sonho de sermos pais não tinha morrido, ainda sofríamos muito sem a Priscila, por algum tempo pensei que se tivesse outro bebê esqueceria minha filha, eu jamais poderia esquecê-la, o André muito menos. Quase todos os dias ia ao cemitério visitar sua sepultura. Dias muito difíceis...

Após 6 meses minha pressão arterial já tinha voltado ao normal e algumas vezes eu até falava com o André sobre a possibilidade de tentarmos novamente, ele dizia que era melhor não, tinha medo de que algo ruim me acontecesse que talvez fosse melhor adotar, embora ainda quisesse tentar tudo de novo. 

Pesquisei, falei com o meu médico, perguntei se podia e fiquei muito feliz quando ele disse que sim. Então, meu esposo e eu combinamos, vamos tentar novamente. Tentamos... Conseguimos! Na véspera de Natal, tive mais uma vez aquela sensação de tontura, mal estar, desta vez comentei com o André. Fiz o teste somente para mostrar, mas eu já sabia, tinha gente nova no pedaço! Todos os cuidados agora foram redobrados.

Lá pelo 3º mês, ao fazer uma morfológica, o médico identificou que o bebê que eu esperava tinha possibilidades de ser Down e cardiopata. Me senti fora do chão... Oh Deus! Mais uma vez... Choramos muito. Recebi o diagnóstico numa semana muito particular, coincidiu com o período que cristãos adventistas fazem uma campanha de 10 dias de oração e 10 horas de jejum. Pedi oração dos irmãos e no fim da semana repeti o exame, dessa vez com uma especialista em medicina fetal e esta me disse que não havia problema algum com o Pedro, era um meninão!!! 

Eu me apaixonei!!! Nunca me vi mãe de menino, mas também não queria que ninguém ocupasse o lugar da Priscila, tão ingênua. Testemunhei na igreja sobre a benção e disse-lhes que em breve o Pedrinho seria apresentado naquele templo para honra e glória de Deus.

Estar grávida do Pedro me deixou a mulher mais linda do universo, desculpem-me meninas, mas era como eu me sentia! Linda todos os dias!
Eu lia as histórias de Davi para ele, e eu sei, ele amava!!! Passava horas conversando com ele. Planejei um chá com o tema Ursinho Marinheiro, preparei tudo, sonhava com o dia que nos encontraríamos!!!

Quando completei oito meses, numa das tardes quentes de Manaus, senti algo estranho. Tinha parado no shopping para pagar uma conta e estava voltando para o carro e me senti molhada, pensei, deve ser o calor, eu sinto muito calor, grávida, calor por dois! Fui para o carro, pensei que pudesse ser a bolsa, mas não acreditei,  era a bolsa! Rompeu enquanto eu dirigia. Senti dores, consegui chegar na casa da minha sogra de lá me levaram para a maternidade. Eu quis parto normal mas disseram que, pelo meu histórico, era melhor não arriscar, então fizeram a cesariana.

Foi tensa, ele não chorou, fiquei em oração clamando a Deus para que ele o fizesse chorar, implorei, Senhor, faz ele chorar, a equipe estava lá lutando com ele e por ele, foi então que eu o ouvi.... Uau! Que delícia!!! Essa foi a melhor sensação que senti em toda minha vida!!! Ele chorou forte!!! Eu dizia meu docinho chore, pode chorar, mamãe te ama, seja bem vindo!!! 
Aproximaram ele de mim e ele chorava forte, eu lhe dei um beijinho, disse-lhe o quanto eu o amava e ele foi parando de chorar, foi se acalmando ouvindo atento cada palavra que eu dizia, foi mágico!!! Extraordinário!!! Mais uma vez, a melhor coisa que me aconteceu!!! 

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Ele precisou ir, era prematuro e inspirava cuidados. Isso aconteceu na sexta-feira, às 20h do dia 18 de julho do ano passado. Não dormi a noite toda, só lembrando, como ele era lindo!!! Meu indiozinho lindo!!! No sábado, ao levantar, agradeci a Deus por mais esta oportunidade. 

Na Bíblia encontramos diversos milagres, mas particularmente acredito que Deus tem um interesse especial no milagre da maternidade, isso porque, deu a oportunidade de Ana, Sara, Isabel e tantas outras mulheres em meio a circunstâncias improváveis, a possibilidade de serem mães! 

Queria terminar esta história dizendo que meu filho se recuperou e fomos para casa saudáveis, mas infelizmente, não foi o que aconteceu, no sábado passamos momentos dos quais jamais vou esquecer. 

No fim do dia eu orei a Deus e disse-lhe em pensamento: “Senhor, ele é Teu desde o principio, Tu sabes que eu o amo, mas agora eu te digo, faça o que o Senhor quiser com ele.” Ao acordar no domingo, tive a triste notícia que ele teve uma parada respiratória, motivada por hipertensão pulmonar e não conseguiu resistir. Perguntei por vezes, de novo? Meu Deus, eu não vou aguentar, novamente. 

Dessa vez pude ir ao cemitério e, com tristeza no coração, enterrei o meu Pedrinho. Naquele momento eu só pedi ao Senhor que fizesse sentir que Ele estava por perto, eu queria de todas as formas sentir que Deus estava ao meu lado. Não quero ser pretensiosa, nem soberba, mas acho que senti um pouco do que Jesus sentiu quando disse: “Pai, porque me desemparaste?” Era assim que eu me sentia, Deus sabia o quanto eu sonhava com a maternidade, mas, mais uma vez lá estava eu naquele lugar de tristeza. Algumas pessoas com a tentativa de me consolar diziam que esta era a vontade de Deus... E no íntimo do meu coração e dizia:”Deus é muito mais que tudo isso, esta não era a Sua vontade!”. 

Numa madrugada, em momentos de reflexão e choro, lembro que orei e pedi muito a Ele que me consolasse, qual não foi a minha surpresa quando encontrei em Sua Palavra o seguinte verso: “Melhor é o fim das coisas do que o principio...” Eclesiastes 7:8. Cheguei a conclusão que ainda não vivi o “fim”.

Após os traumas minha tendência é a negação, acho que todos, então quando me perguntavam se eu tinha filhos, eu sempre dizia que não, hoje, quando me perguntam eu digo que sou mãe, de dois bebês, que infelizmente não sobreviveram. Quase sempre me dizem:”-Tenha fé, não desista! Deus vai te dar um bebê! Minha resposta é sempre a mesma:”- Se Ele quiser, Ele me dará.”
Não desisti, sonho ainda com aquela vozinha dizendo:”-mamãe”, sonho com o dia que verei meu esposo se deliciando com os carinhos dos nossos filhos, há dias que a dor é quase insuportável, mas, sigo na esperança, afinal, creio que se não conseguir ser mãe aqui, preciso me manter firme para o PORVIR!"

Depoimento por Débora Moreno

Comentários

  1. Como assim, nenhum comentário!!! Estou estarrecida!!! A tempos venho olhando o face do André e da Débora e me perguntando, onde está o bb dela? Hoje estou sabendo o que esse casal do coração passou!!!
    Sabe o que me vem a mente? A minha história de milagre. No mesmo período que ela engravidou do Pedrinho, eu engravidei da minha filha caçula, a Laura. Tinha 39 anos, muito ocupada com meus planos e projetos, quase fechando contrato, trabalhando muito na Igreja, com muitos planos!! Quando começo a ter distúrbios menstruais, hemorragias gravíssimas!! Depois de 3 mêses meu estado era muito desesperador, então fiz um exame de farmácia que atestou que era gravidez. Perdi o chão!! Não era o que eu estava esperando!! Queria que Deus me ajudasse, mas em outras coisas...fiquei completamente desolada!! Pra completar ameaça de aborto, internação por deslocamento de placenta, gravidez toda na cama, mas foi confirmado atravez de exames que a plascenta estava completamente deslocada, ou seja, plascenta prévia total, suspeita de acretísmo placentário, que foi confirmado na hora da cesariana, que foi muito complicada, hemorragia grave minha e a Laurinha estava em sofrimento fetal sem um pigo de líquido, sem sangue e com parada cardio respiratória. Depois de muito sofrimento na sala de cirurgia, nós duas formos para UTI. A Dra. alertou o Jairo de que ele poderia ficar viúvo. Mas Deus concedeu que eu vivesse depois de dois dias na UTI. E a minha bruguelinha nasceu linda perfeita, muito inteligente, mas com baixa imunidade. Hoje Deus me mostra de todas as maneiras que tem planos na minha vida e elas são minha força para continuar sonhando, conquistando e lutando pela vida delas. LUÍSA E LAURA. a história da Débora, me faz acredita nas providencias de Deus, e agradecê-lO por me conceder ser mãe, e continuar confiando que Ele continuará conduzindo tudo em minha vida, de acordo com o Seu plano. Amiga, vc agora tem motivo em dobro pra encontrar \Jesus, eu gostaria de estar próxima de vc só para registrar esse momento de reencontro!!!!!

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  2. Sabia só em parte dessa história. O André é meu primo. Agora sei e admiro muito minha também prima Débora. Só Deus pra lhe dar força mesmo nessa situação. Também tive uma história difícil de gravidez. Minha filha nasceu de 31 semanas e teve de ficar 60 dias na UTI NEO. Mas graças a Deus ela está bem e com 2 aninhos. Só Deus mesmo pra nos confortar nessas horas. Mas confie sempre, Deus lhe enxugará dos olhos toda lágrima e lhe dará seus filhos de volta na manhã da ressurreição. Essa é a Promessa. Bjss

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