Convivência entre Animais de Estimação e Bebês - 11 Blogs e 11 Segredos


Quem nos conhece sabe o quanto amamos a relação bebês e animais. Aliás, como sempre falo, por aqui temos um bebê-peludo e um bebê pelado!

E hoje é dia de 11 Blogs e 11 Segredos aqui no Mamãe de Casa!
O 11 Blogs e 11 Segredos é um projeto criado por mães que compartilham diariamente, através de seus blogs, as experiências que a maternidade proporciona à mulher, os anseios, desejos, alegrias, emoções e dúvidas. Selecionamos 11 temas que são discutidos semanalmente. São 11 blogs conceituados e conhecidos na blogosfera. Hoje nos reunimos aqui no Mamãe de Casa para falarmos sobre "O Convívio de Animais de Estimação e Bebês".



Eu cresci com diversos animais dentro de casa. Sim, diversos MESMO! Já tive cachorros, gatos, coelhos, periquitos, peixes, hamsters, porquinhos da índia e até mico leão dourado! Hoje três calopsitas e nossa cachorrinha branquela, Mindi.

Ganhei a Mindi, uma West White Highlander Terrier [ou o "cachorrinho do IG"] um mês antes de engravidar do Gustavo. Ela cresceu junto com a minha barriga e quando o Gu chegou em casa já se tornou sua guardiã.
A adaptação dos dois aconteceu imediatamente, mas o contato deles foi progressivo pois eu tinha muito receio quanto às doenças que ela poderia transmitir ao Gu, que ainda não tinha nenhuma imunidade. Já contei aqui como foi todo esse processo de adaptação. Na época o Gustavo tinha só 2 meses e hoje, com 1 ano e 6 meses e a relação dos dois é incrivelmente linda! 

A convivência de animais e bebês só tem benefícios nos desenvolvimentos físicos, psicológicos, sociais, cognitivos e imunológicos. Eles estimulam a atenção desde quando os bebês são recém nascidos, incentivam logo cedo o engatinhar, equilibrar, andar, correr, subir escadas...

Não escondo que minha preocupação era enorme em relação aos germes que um cãozinho, inevitavelmente, carrega e o contato com o bebê. Mas a nossa pediatra, especializada em imunologia e alergia, nos garantiu que, mantendo os costumes normais de higiene como lavar as mãos e não permitir lambidas no bebê, tudo seria bem tranquilo e seguro. 
Eu lavava as mãos cada vez que a Mindi chegava perto de mim, lavava freneticamente, como se estivesse me preparando para uma cirurgia [não ria!].
Só deixamos a Mindi entrar em contato direto com o Gustavo a partir do 4º mês, quando ela já "roubava" algumas lambidinhas dele e ele, altas gargalhadas! Não deixava os dois sozinhos, sem supervisão até que pudesse confiar na relação deles.

Vejo que inúmeras conquistas do Gustavo têm total relação com o convívio diário com a nossa bebê peluda, inclusive o modo carinhoso e meigo como ele trata outras crianças.

Mas agora chega de falar... Porque eu sei que vocês querem ver a opinião das outras blogueiras e seus segredos, né?! 

  • Mãe Fora da Caixa: Quando casei, eu tinha um cachorro. O Tom era da família e por isso, depois que eu casei, ele continuou morando na casa dos meus pais. Quando engravidei do Matheus, ele ficava o tempo todo cheirando a minha barriga, deitava em cima dela, e queria estar sempre perto de mim. Tenho certeza que ele sentia que eu estava gerando um bebê! Logo após o nascimento do Matheus, levei-o na casa da minha mãe para o Tom conhecê-lo. O primeiro encontro deles foi lindo! Coloquei o moisés em cima da cama, tirei o Matheus, e mostrei-o para o Tom. Meu cachorro passou bons minutos cheirando o meu bebê com muito carinho, e abanando o rabinho! Ele ficou muito feliz em conhecer o Matheus. Se alguém que não fosse eu, ou a minha mãe, chegasse perto do moisés onde o Matheus dormia, ele latia sem parar, e ficava muito bravo! Enquanto o Matheus dormia, ele ficava tempo todo deitado ao lado do moisés cuidando do meu pequeno. Eles criaram uma relação de amor muito forte! Quando o Tom morreu, o Matheus quis vê-lo para se despedir! Passou bastante tempo acariciando os pêlos do cachorro, abraçando-o e chorando... Foi uma das cenas mais tristes e mais lindas que eu já vi meu filho vivenciar! Foi nesse momento, que o Matheus questionou pela primeira vez sobre a morte. Estou certa de que o Tom plantou muito amor no coração do meu pequeno! Ajudo-o a entender muitas coisas que ele desconheceria até hoje, senão tivesse convivido com um animal. Acho super importante e válido a relação dos pequenos com os animais! Um animal de estimação é sempre inesquecível na vida de uma criança, assim como o Tom foi para o Matheus! 
Sou Thaís, e com a Gabi escrevo o Blog Mãe Fora da Caixa. Nosso blog fala para mulheres que pensam além da maternidade. Escrevemos para vocês, mães, que empenham-se com amor para criar e educar os filhos, mas que também valorizam e conseguem apreciar tantas outras coisas na vida. Conheça o blog

  • Para Criança: Nunca tive, e nunca quis ter um animal de estimação. Em minha família a maioria dos primos tinham, mas nunca me interessei. Quando engravidei de Alice até pensei em ter um cachorro. Mas desisti e não sinto falta alguma. Tenho uma grande amiga, e também vizinha, que tem dois cachorros. São Nick e Belinha. Vez em quando Alice brinca com eles, a gente sai pra passear, mas nem assim tenho vontade de ter um "pra chamar de nosso".

O Para Criança existe para incentivar a ligação entre pais e filhos através de cultura, diversão, entretenimento e viagens. Aproveitar a infância é essencial! Conheça o blog


  • 50 Tons de Mãe: Eu sou suspeita para falar sobre esse assunto, já que aqui em casa as "meninas", como costumamos chamar, são tão "mimadas" quanto o Arthur! Quando engravidei tínhamos somente uma, que apesar de até então ser filha única, recebeu o irmãozinho de patas abertas, até hoje dorme no quartinho dele! Há menos de 1 ano ganhamos mais uma filha peluda e adivinhem, virou xodó do meu pequeno. Acredito que porque ele a viu crescer e pôde cuidar dela como foi cuidado. Enfim, falaria linhas e linhas... A relação dos três é linda de se ver. Proteção e amor de ambas as partes. Acho bacana também considerarmos as questões de responsabilidade e respeito que a criança adquire, além da alegria que as brincadeiras juntos, proporcionam. Por aqui não há restrições, eles têm livre contato desde que o recém nascido chegou em casa. Claro que hábitos de higiene são necessários mas posso garantir, até sob o ponto de vista biomédico, que o contato é somente benéfico.
O blog 50 tons de mãe fala sobre esse e muitos outros assuntos relacionados à maternidade real. Venha conhecer as aventuras e desventuras deste mundo. Conheça o blog

  • Clube de Duas: Eu tenho pouco a acrescentar com relação a este tema pois não cresci com animais e não tenho animais em casa convivendo com meus filhos, até tive um cachorrinho antes do meu primeiro filho nascer, mas ele estava doente quando comprei (sem saber) e morreu em uma semana, chorei muito e me traumatizei com a experiência de amar tanto e sofrer tanto depois, que preferi não ter mais animais. Mas apesar da pouca experiência, acredito que animais se tornam grandes amigos e companheiros das crianças e bebês e ajudam na percepção de cuidados e preocupação com os outros. Acho muito bonitinho quando os cachorrinhos se enciúmam quando o bebê nasce, em muitas casos o animalzinho sente ciúmes do dono dele com o bebê, mas sentem ciúmes de outras pessoas com o bebêzinho também e viram seus cãezinhos de guarda.
Sou Thieli, empresária e mãe de três, escrevo o blog Clube de Duas há 5 anos com minha irmã. Um blog divertido, dedicado a lifestyle, moda e maternidade. Conheça o blog 



  • Clube da Fraldinha: Aqui não temos, simplesmente porque eu gostaria muito de ter um cachorro e isso implica em uma série de responsabilidades que eu não posso assumir nesse momento. No entanto a convivência de bebês com animais de estimação é benéfica, não tenho dúvidas. Tivemos uma experięncia negativa com a cachorra da minha irmã que se mostrava dócil e gentil, mas atacou o Théo duas vezes, resultando na segunda vez, em arranhões graves no rosto. Graças à Deus não foi pior. Por isso eu aprendi que o dono pode dizer que o cachorro é "manso", mas não pode garantir que ele vá reagir sempre bem com uma criança, a não ser que o cachorro conviva diariamente com essa criança. Antes de deixar seu filho passar a mão em qualquer cachorro, pense bem e pergunte se ele tem contato com outras crianças.
O Clube da Fraldinha trata dos mais diferentes e variados temas ligados à gestação e à maternidade. Falamos de decoração, festas, cuidados, dia-dia, produtos, comportamento, educação, higiene, lazer e muito mais. Entrevistas com mães famosas, programação infantil, dicas de viagens e colunas profissionais são nossos destaques. Conheça o Blog


  • Papo de Mamãe Amélia: Aqui em casa temos um cachorro, o Thor, que é um pitbull. É incrível como a Julia ama ele desde que nasceu e ele ama ela. Quando ela era RN ele ficava sentado na porta todo atencioso quando ela tinha cólicas, parecia que ficava apreensivo em ver ela sofrer. Uma das primeiras palavras da Julia foi o nome dele, e hoje com 1 ano e 6 meses ela adora brincar com ele, joga bolinha, faz carinho, monta cavalinho. Acho essa convivência super importante pra ela, pois hoje ela ama animais e não tem medo, fora que fortalece a imunidade dela.
Meu nome é Jenny Francia e sou do Blog Papo de Mamãe Amélia, onde compartilho o meu dia a dia de dona de casa e mãe e dou várias dicas bacanas. Conheça o Blog 


  • Mães Brasileiras: Não acho que a presença de animais em casa seja um problema. Penso que existem, muito preconceito, até da parte de alguns pediatras. Desde pequenos meus filhos tiveram contato com cães. O Arthur que é o caçula, nasceu quando tínhamos a Izzie que era a dog caçula da casa. Recentemente li sobre um estudo publicado pela Academia Americana de Pediatria, onde diziam que, crianças que são criadas em lares com cães, apresentam menos resfriados, menos alergias e possuem um maior desenvolvimento do sistema imunológico. Eu acredito muito nisso! Outra coisa importante são os valores agregados. Desde cedo ensinei meus filhos a respeitar os bichos e sou muito feliz em ver o carinho que existe entre eles, - filhos humanos e filhos caninos - Tenho certeza que ajuda muito na formação da personalidade da criança. Flávia Miranda
Portal Mães Brasileiras - Feito por mães reais, para mães reais. Duas mães em diferentes situações e experiências vividas, mas com único sentimento, o amor incondicional pelos filhos. Conheça o blog


  • Criançaria: Tínhamos uma cachorrinha quando minhas filhas nasceram e ela sempre me chamava se a minha filha chorava no berço. Desde que nasceram a Malu ficava debaixo do berço durante o dia. Era uma fofurice ver a preocupação e cuidado que ela tinha com as meninas! A Malu foi embora e minhas filhas de fecharam para animais. Passaram a ter muito medo, na verdade quase um pânico, que se tornou uma preocupação para nós. Há pouco tempo compramos uma cachorrinha. Pensamos e pesquisamos muito. A Amora chegou e a relação das minhas filhas com ela é simplesmente incrível! As crianças socializam e passam a ser até mais corajosas em relação a outros bichos também ( quanto a isso, hoje tenho até que segurar um pouco). A relação das crianças com animais é muito enriquecedora e saudável!!! Experimente!!! 
Bela Aires é advogada e mãe de duas princesas de 4 e 7 anos. Desde que se tornou mãe passou a ter um interesse ainda maior por todo o universo materno e/ou infantil. Assim, surgiu o Criançaria, um site onde ela divide suas experiências e muitas informações! Conheça o blog


  • Roteiro Baby: A infância da minha filha, hoje aos 4 anos, com certeza, vai ser marcada pelos momentos alegres que ela divide com 01 cachorrinho (que já tem 13 anos), dois hamsters e duas calopsitas. Sem dúvidas, um bichinho de estimação é capaz de colaborar com a educação infantil, provocando ensinamentos sobre responsabilidade, generosidade e muito mais.
Roteiro Baby compartilha dicas diárias, no site e nas redes sociais, sobre o que há de mais interessante entre os lançamentos do mercado nacional e internacional de produtos materno-infantil, além da reflexões sobre a maternidade e a programação cultural/familiar de Brasília. Conheça o Blog


  • Leticia Dream Baby: Eu sou louca por cachorros! Já resgatei 3 vira-latas e hoje temos uma poodle linda de 15 anos chamada Hanne e uma vira-lata chamada Wendy que é uma anjinha em nossas vidas, mas elas não moram na minha casa. Elas moram com meus sogros e o Ben convive com elas na casa dos avós. Decidimos não ter animais de estimação por enquanto, pois nossa vida é cheia de viagens longas e não quero deixar os filhos de quatro patas pra trás. Considero o convívio com animais (especialmente cachorros) uma experiência incrível para os bebês, que aprenderão desde cedo a amá-los e respeitá-los. Não vejo problema algum, desde que os responsáveis estejam de olho nessa interação. Por incrível que pareça é mais fácil que uma criança machuque um cachorrinho do que o contrário.
Leticia Dantas escreve em seu blog Leticia Dream Baby, que traz informações e inspirações para mães além de muitas dicas sobre a Disney. Conheça o Blog

Participe também, contando a sua experiência com o convívio de animais e bebês... Queremos saber!

Comentários

  1. Oii!! Também temos três cachorros: dois lhasa apso, que moram com a gente e nossa bebê; e uma rotweiller, que mora com a minha sogra. Nossa bebê tem um ano e meio e corre atrás deles para dá beijinho e também para perturbar os bichinhos....Tenho que ficar atenta porque os pequenos ficam com medo da bebê e já tentaram morder....Engraçado que a rotweiller é a que tem mais cuidado com a nossa pequena!! A lhasa apso fêmea também protege, chega a cercar a bebê pro machinho não chegar perto dela, acreditam? E nossa filha já está aprendendo a amar os cachorrinhos! Quando ver um já fica dando beijinho!!! É muito amor!!!

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    1. Naity que relato lindo!!! Parece mesmo que quanto maiores, mais carinhosos eles são! Muito amor por aí! Amei que nos contou!

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  2. tenho 2 borders! hj msmo fiz um video (@jacquereiss) das duas fazendo companhia p Yasmin (1mês) enquanto ela tomava banho de so! fico mto feliz em ver como elas aceitaram bem. mas tbm não estou permitindo o contato direto ainda pq Yasmin não está com todas as vacinas. vamos ver como vai ser... espero q elas 3 se dêem mto bem dali uns tempos!

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    1. É incrível como eles sentem nosso amor pelo bebê e captam tudo em forma de carinho e cuidado, né?! Bjo, obrigada por compartilhar sua experiência por aí!

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  3. Oiii!! Tenho uma baby de 42 dias e uma baby peluda (schanauzer) de 1 ano e 10 meses. Tenho o mesmo receio em relação a germes e afins. Ela é super carinhosa e dócil, tentamos ao máximo não mudar a sua rotina, mas não teve jeito. Nos primeiros dias ela na entendia o porque que aquele filhotinho que chorava podia ficar na cama do papai e da mamãe e ela não mais. Hoje ela já está super adaptada, todos os dias deixo ela cheirar os pezinhos e passo os pezinhos da baby na cabeça dela como carinho. Agora não temos saído mais com ela com medo do que ela possa pegar e passar para nossa baby(moramos em apto e trouxemos ela pro nosso lar com 45dias). Sua cachorrinha faz as necessidades no lugar certo?? Minha baby peluda até hoje erra :( mas ainda assim é nosso amor animal :D

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    1. Karine, aqui foi exatamente assim... É inevitável que a rotina deles mude.. Especialmente os passeios, mas essa fase passa logo e já já vocês três vão estar curtindo os passeios na rua! Minha Mindi sempre usou o tapetinho, mas nunca é tarde pra que eles aprendam... Se quiser me escreve que eu posso te dar algumas dicas mamaedecasa@gmail.com bjs e boa sorte!

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